terça-feira, 29 de julho de 2008

A Direita e os Jovens

Porquê a direita?


Existem princípios:

Damos um valor máximo à família e á vida, exploramos a liberdade individual e a autenticidade como bens essenciais, consideramos a educação e a saúde como necessárias e indispensáveis e a segurança é por nós exigida.

Temos que definir o que existe e onde nos enquadrar a nível político em Portugal. Existe uma esquerda moldada que é fraca, não produz novas ideias e limitam-se a criticar, sem alternativas concretas e modernas. Depois existe um centro socialista e social democrata, que são os supostos centros de esquerda e direita respectivamente, mas não passam de partidos sociais que são de esquerda, ou seja Portugal visto do exterior é uma aberração política, tem dois partidos que partilham o governo, mas que não passam do mais ou menos ora isto, ora aquilo, não têm ideologias próprias, são carrascos do desenrasca, e a política portuguesa baseia-se nisto.

É necessário haver uma mudança e é a partir de agora, vamos voltar a erguer as cabeças e deixar de ter medo de afirmar em voz bem alta que somos de direita e estamos de volta á luta.

As pessoas são livres de construir as suas ideologias, mas devem ter em conta alguns conceitos e factos para não construírem ideologias sobre pilares frágeis.

É preciso ter em conta que a época dos anos 60s foi a época de maior industrialização em Portugal.

O Senhor Mário Soares é exibido como o homem que levou Portugal até à Europa, mas quase ninguém sabe que foram feitos requerimentos antes, mas que foram vetados, porque até então não nos quisemos rebaixar.

O Senhor Cavaco Silva hipotecou o futuro de muito boa gente ao vender as nossas quotas da agricultura e das pescas, com o objectivo de construir grandes estradas.

O Senhor Durão Barroso é eleito primeiro-ministro e foge ás suas responsabilidades quando desiste do seu cargo.

O Senhor José Sócrates tem sempre um sorriso. (good)

Pensem antes de apoiar este tipo de pessoas, informem-se e desmistifiquem os que não prestam, governar Portugal é honrar o povo português, esta ideia não pode ser enterrada e substituída apenas pela boa imagem.

O país está cheio de gente velhaca, e os interesses tal como o erro e a asneira não pagam imposto, e então há pessoas que se desfraldam por entre informações do passado completamente abismais em relação à verdade. Mas coitados, tentam tirar proveito de boas acções de outros e descolam-se dos fossos que criaram, mas quem sabe não esquece, e nós fazemos questão de não iludir as pessoas, a situação está difícil e não há ajudas externas, tudo tem uma moeda de troca. O PIB e o desemprego já não retratam o desenvolvimento. A ideia de igualdade deve ser trocada pela equidade. A saúde deve ser eficiente e para isso é necessário haver uma separação de águas, ou seja devem ser separadas as áreas públicas e privadas, para que aumente a qualidade e a autoridade de decisões. O crescimento económico não deve ser o objecto de estudo e para o qual todo o governo se vira, o crescimento económico é sim uma consequência de bons actos governativos. Em relação às políticas de natalidade, não são adicionadas as premissas biológicas, ignora-se a ecologia humana (aconselho estudar a dinâmica de populações de Malthus Thomas).

É compreensível a maioria ligar pouco à política porque hoje, esta está cheia de vícios e na realidade é pouco apetecível, não o poder ou o comando, mas sim as ideias e a originalidade, estamos numa época do “deixa andar”. O vizinho tem um problema, deixa estar é o vizinho, mas onde é que estão os princípios, estão a desvanecer-se, liga-se mais à televisão e à Internet do que a um conversa familiar, a uma discussão, à partilha de ideias, a batalhas de argumentação. Mas há quem goste de se imbecilizar e depois de horas à frente de um ecrã acordam e, não desenvolveram uma única sinapse entre neurónios, pelo menos uma que se aproveitasse.

Mas voltando à política, é um dever pensarmos sobre um bem geral, métodos de melhoramento social, melhoramento pessoal, dar valor à individualidade e usar as capacidades que cada um tem para fazermos algo de bom.

Temos que deixar de governar para obter votos deixar as campanhas para o tempo delas, o governo pinta a situação cor-de-rosa a oposição pinta a situação muito negra, mas na verdade a situação é intermédia, temos que chegar a consensos e deixar o governo, governar, ou seja temos que respeitar posições e medidas e não por tudo em causa, parar com discussões estéreis que apenas levam a um feedback negativo, e fazem com que a evolução não seja saudável, passa a haver uma evolução baseada em mentiras e posições em força contra tudo e todos. É necessário a transparência e a verdade, temos que valorizar a verdade, nós somos aliados da verdade e só assim é que podemos aspirar à dignidade, de homens e mulheres com sabedoria e cultura racional, com capacidade de levar o país a bom porto.


Em gloriosos tempos,

Exploramos e conquistamos,

Subjugamos nações.

Fomos onde o mar nos levou.

Encostamo-nos e cantamos,

Mas o tempo não esperou,

A nossa mentalidade se formou,

E ainda hoje não desemperrou.

Em gloriosos tempos,

Seguimos o coração,

Seguimos as paixões,

Hoje importamos o pão,

Temos até preguiça de bater os corações.

Desencosta ò povo Português!

Há um propósito em nós.

Melhorar o mundo dos porquês.

Não ergam a vossa voz,

Mas dêem asas às acções,

Façam exemplo do tempo,

Em que batíamos com força,

Batíamos sem medo,

Batíamos com esplendor,

Os nossos bravos corações.


Ricardo Coelho
Comissão Politica Concelhia Portimão

5 comentários:

Anónimo disse...

Podemos sempre distribuir panfletos amarelos ...

Anónimo disse...

isso foi pensado de certeza pois eu vi folhetos amarelos e azuis ...

Anónimo disse...

Eu também sou jovem e até gostava de me juntar a vocês, mas não sei se deva porque afinal a minha mãe trabalha num empresa camarária.

Pinto disse...

E para quando a JP em Portimão ???? não é fácil mas se fosse em conjunto com Lagoa por exemplo talvez desse para movimentar os jovens da região. Ricardo pensa nisso !!!!

Anónimo disse...

Palavras de um verdadeiro comunista! Vem para o lado negro da força meu filho!