sábado, 23 de maio de 2015

Sul Informação : Caçorino diz que pagamento de 3,6 milhões pela Câmara de Portimão já «vem muito tarde»


Noticia do site do SUL INFORMAÇÃO, sobre posição do Vereador José Pedro Caçorino

Caçorino diz que pagamento de 3,6 milhões pela Câmara de Portimão já vem muito tarde

http://www.sulinformacao.pt/2015/05/cacorino-diz-que-pagamento-de-36-milhoes-pela-camara-de-portimao-ja-vem-muito-tarde/

José Pedro Caçorino, líder da coligação «Servir Portimão» e principal vereador da oposição ao executivo municipal de maioria socialista, na sua declaração, recordou que «muitos postos de trabalho estarão nesta altura definitivamente perdidos, muito sofrimento foi causado, muita dedicação e trabalho foi ingloriamente desperdiçado», devido aos anos que centenas de empresas têm estado à espera de ver as dívidas da autarquia serem pagas.
O vereador da oposição sublinhou ainda que «o atual executivo já o poderia ter feito [pago] no ano passado, pois segundo, o próprio, poderiam ter recorrido ao PAEL, excluindo o montante dos factorings, sendo que o valor seria então substancialmente superior ao agora anunciado (cerca de 9 milhões de euros)».
Caçorino acrescentou que esta «disponibilidade financeira» da Câmara para pagar os 3,6 milhões de dívidas, «apenas vem provar que o Município seria economicamente viável e teria toda a capacidade para corresponder às funções que lhe competem, caso não tivesse passado pelo desastre que constituiu para os portimonenses a governação socialista da última década».
«Se houvesse necessidade de melhor prova que o demonstrasse, basta, pois, verificar que, terminado o sorvedouro da [empresa municipal ] Urbis, os gastos sumptuosos e uma contenção mínima de despesa, embora sem qualquer investimento ou mera manutenção das infraestruturas, passa a existir de imediato disponibilidade financeira», disse ainda.
O vereador salientou também que «quem causou o monstro da dívida foram os mesmos que agora se travestem de responsáveis, competentes e determinados ou não fosse o Partido Socialista quem tivesse criado este buraco sem fundo e os que agora são responsáveis, antes, não tivessem contribuído com o seu voto para sucessivas aprovações de orçamentos calamitosos».
«Considerando que pouco ou nada tem sido feito para otimizar a alocação de recursos humanos e a organização dos serviços, que se mantém a mesma falta de liderança e de chama deste executivo, a mesma falta de motivação dos seus trabalhadores, facilmente que se imaginar como o Município de Portimão poderia atingir outros patamares de saúde económica. Houvesse determinação, capacidade de liderança e de gestão», conclui o vereador José Pedro Caçorino, dirigente da coligação «Servir Portimão».

quinta-feira, 30 de abril de 2015

 
 
VOTO DE PESAR
 
 
FALECEU O SR. PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PORTIMÃO,
 
 DR. FRANCISCO ANTÓNIO CORREIA FLORÊNCIO
 
   
 
(Foto: Sul Informação)
 
 
Foi com profundo pesar que os dirigentes e militantes do CDS-PP de Portimão receberam, durante a tarde de ontem, a trístissima notícia da inesperada morte do Sr. Presidente da Assembleia Municipal, Dr. Francisco Florêncio.
 
 
Nesta hora difícil e triste para Portimão, não queremos deixar de nos associarmos ao profundo sentimento de pesar partilhado por toda a nossa sociedade devido a tão trágica perda. Como instituição que defende os valores da dignidade da pessoa humana, do personalismo e da solidariedade, prestamos nesta hora tão triste a devida homenagem à memória de tão Insigne Portimonense, que contribuiu activamente para a construção da democracia no nosso concelho.
 
 
Desta forma, a Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Portimão deliberou, por unanimidade, manifestar publicamente, em nome dos militantes e dos autarcas do partido, o seu profundo pesar pelo falecimento do Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Portimão, Dr. Francisco António Correia Florêncio, apresentando nesta hora tão difícil uma palavra de forte solidariedade e de sentidas condolências à família e aos seus amigos e enaltecendo publicamente a memória do autarca empenhado e do homem sério, que sempre soube dignificar as funções que exerceu no nosso concelho.


 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

 
 

ABAIXO-ASSINADO DOS TRABALHADORES DA EMARP, E.M.:
 
 
ISILDA GOMES FALTOU À VERDADE!
 
 
 
 


Na sequência da divulgação do abaixo-assinado subscrito por cerca de 200 trabalhadores da EMARP, E.M., S.A. acerca do processo de externalização de actividades e trabalhadores da extinta Portimão Urbis, E.M., S.A., a Coligação "SERVIR PORTIMÃO" (CDS-PP, MPT e PPM) deliberou emitir o seguinte comunicado:
 
1º- A Coligação "SERVIR PORTIMÃO", confrontada com o abaixo-assinado subscrito por cerca de 200 trabalhadores da EMARP, E.M., S.A., sobre discriminações negativas resultantes do processo de externalização de funcionários e actividades provenientes da Portimão Urbis, E.M., S.A., optou, antes de manifestar qualquer posição, pela auscultação de representantes dos signatários, tentando assim perceber a acuidade dos reparos que sustentam o mesmo abaixo-assinado.
 
2º- Após a realização da reunião em causa e de uma reunião extraordinária, à porta fechada, do Executivo da Câmara Municipal de Portimão, constatamos que a posição agora assumida pelos trabalhadores da EMARP, E.M., S.A. vem de encontro às reservas e dúvidas suscitadas pelos eleitos da Coligação "SERVIR PORTIMÃO" na sessão da Assembleia Municipal que discutiu e aprovou a externalização das actividades e funcionários na EMARP, E.M., S.A., reunião, aliás, em que a mesma coligação foi a única força política a votar contra a proposta do Executivo.
 
3º- Ainda assim, percebe-se agora com total clareza que a Sra. Presidente da Câmara Municipal de Portimão faltou à verdade perante a Assembleia Municipal, já que afirmou taxativamente que não existiriam discrepâncias nos vencimentos e categorias dos funcionários a externalizar, quando comparados com os funcionários já em funções na EMARP, E.M., S.A., o que não corresponde manifestamente à verdade dos factos. Não deixa é de ser estranho que quase dois meses depois da deliberação que sossegou as consciências sociais de todos os partidos com assento na Assembleia Municipal (excepção feita à Coligação "SERVIR PORTIMÃO"), a Sra. Presidente da autarquia venha justificar a falta de veracidade das suas respostas com exigências legais já em vigor na data em que a proposta foi aprovada.
 
4º- Da mesma forma, não correspondem à verdade as declarações da Sra. Presidente a órgãos de comunicação social, em que dá conta de um suposto consenso sobre "as soluções" apresentadas na reunião do Executivo da C.M. de Portimão realizada no passado dia 6 de Janeiro sobre o assunto. É preciso dizer com clareza que, numa reunião realizada à porta fechada por iniciativa do Executivo permanente, o Vereador da Coligação "SERVIR PORTIMÃO" foi único a questionar as explicações avançadas e a não aderir à solução propugnada pelo mesmo Executivo (PS e Vereador Pedro Xavier) e secundada pelos Vereadores do Bloco de Esquerda e da CDU. Compreende-se que a Dra. Isilda Gomes queira, desesperadamente, passar a ideia de um putativo unanimismo, em particular nos assuntos mais incómodos. Não conta, nem contará, com os eleitos da Coligação "SERVIR PORTIMÃO" para criar tais cortinas de fumo, que visam apenas intoxicar a opinião pública, tentando sustentar o mito de uma espécie de "União Municipal", que só existe na cabeça da Dra. Isilda Gomes!
 
5º- A Coligação "SERVIR PORTIMÃO" manifesta a sua total solidariedade para com os trabalhadores da EMARP, E.M., S.A. recusando quaisquer formas de discriminação profissional ou salarial, nomeadamente, as que decorrem inexoravelmente, antes de tudo o mais, da irresponsabilidade dos sucessivos Executivos do Partido Socialista na gestão ruinosa praticada na Portimão Urbis, E.M., S.A..
 
6º- Os eleitos da Coligação "SERVIR PORTIMÃO" reafirmam a sua frontal discordância pela forma como foi dissolvida a Portimão Urbis, E.M., S.A., faltando saber, como oportunamente questionámos, se estamos efectivamente perante uma verdadeira dissolução, se o Tribunal de Contas dará a sua concordância em relação à externalização de actividades e funcionários na EMARP, E.M., S.A., se, afinal, os postos de trabalho dos trabalhadores da Portimão Urbis, E.M., S.A. – tanto os internalizados, como os externalizados - se acham "garantidos", como lhes quiseram fizerem crer.
 
Nestas, como, aliás, noutras matérias, o tempo será o melhor juiz!
 
 
Portimão, 09 de Janeiro de 2015

O VEREADOR DA COLIGAÇÃO SERVIR PORTIMÃO (CDS-PP/MPT/PPM)

José Pedro Caçorino
Vereador da Câmara Municipal de Portimão




quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Jantar de Natal 2014

Caro(a)s Companheiro(a)s,

A Comissão Política Concelhia de Portimão vem por este meio convidá-los para o jantar de Natal do CDS-PP Portimão, que terá lugar no próximo dia 17 de Dezembro (Quarta-feira), pelas 20:30h, na Cervejaria Portimonense (sita no Edifício Conquista, em frente ao Estádio do Portimonense Sporting Clube).

Pretendemos com este evento festejar a quadra que nos preparamos para viver, num espírito de amizade, partilha e companheirismo, próprio dos valores de militância que todos partilhamos (até com aqueles que não sejam ainda formalmente militantes). Por este motivo, o jantar está obviamente aberto a simpatizantes e independentes que desejem juntar-se a nós e que se revejam nestes valores e no espírito de convívio que todos partilhamos.
  
Remeto em anexo o folheto informativo com os três menus à escolha de todos vós, solicitando desde já que nos façam chegar a confirmação da vossa presença, por esta via, ou para o telemóvel 914 636 469, com a indicação do número de pessoas e de qual o menu que cada uma deseja (obviamente que cada participante no jantar pagará o preço correspondente ao menu escolhido). Peço-lhes apenas que a confirmação seja efectuada até ao final de dia 15 de Dezembro, de modo a que possamos informar atempadamente o restaurante do número de comensais e dos menus que escolhemos.
  
Como diria o outro, não faltem e tragam um amigo também! 

Na expectativa da vossa presença militante, apresento as nossas calorosas saudações democratas-cristãs!  

João Caetano
Presidente Comissao Politica CDS-PP Portimão



quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

AMARO DA COSTA E SÁ CARNEIRO - O MESMO COMBATE





Há exactamente 34 anos o país assistiu, incrédulo e chocado, à notícia da tragédia que ninguém esperava: o Cessna em que seguiam o Primeiro-Ministro de Portugal (e líder do PSD) Francisco Sá Carneiro, o Ministro da Defesa (e Vice-Presidente do CDS) Adelino Amaro da Costa e mais cinco acompanhantes, tinha acabado de cair no bairro de Camarate, logo após a descolagem do Aeroporto da Portela. 
 
Após 10 comissões parlamentares de inquérito e um processo judicial prescrito, que nunca chegou a julgamento, as famílias das vítimas e os portugueses ainda não sabem hoje com rigor o que esteve na origem da morte trágica de dois dos mais destacados políticos da então jovem democracia portuguesa. O que sabemos todos é que Portugal viu abruptamente ceifadas duas figuras de referência da nossa vida política, dois estadistas de valor inigualável, no auge do seu trabalho por um Portugal livre e moderno, com muito ainda para dar ao país e aos seus compatriotas. E sabemos alguns de nós que depois daquela noite, subitamente interrompida pelo jornalista Raul Durão, lendo, atónito, a triste notícia, Portugal não voltou a ser o mesmo. Naquela noite fatídica morreu também e em grande medida um futuro melhor para o nosso país. Podemos todos especular livremente sobre o que teria sido a evolução de Portugal se Sá Carneiro e Amaro da Costa não tivessem morrido daquela forma trágica em 4 de Dezembro de 1980; mas está para além de qualquer especulação ou dúvida que, sem a sua morte trágica, Portugal seria hoje um país mais livre, mais justo, mais solidário e mais próspero.
 
Com a profunda saudade que é devida a todos aqueles que nos são próximos e que partiram rumo a uma outra dimensão da vida, evocamos hoje de forma sentida a memória e o exemplo de Adelino Amaro da Costa e de Francisco Sá Carneiro. Pereceram juntos, irmanados no mesmo combate, por um país mais democrático e desenvolvido. O seu exemplo e a sua memória nunca serão esquecidos!    
 
    

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

AINDA A TAXA MUNICIPAL DA PROTECÇÃO CIVIL ...

 
 
"Há momentos em que silenciar é mentir"
 
Miguel de Unamuno
 
 
No rescaldo da recente polémica sobre a cobrança ilegal da taxa municipal da protecção civil, convém deixar expressas algumas breves notas, em jeito de recordações para memória futura:
 
 
- Este problema só foi discutido no plenário da Assembleia Municipal graças ao papel de liderança e à insistência da bancada da Coligação SERVIR PORTIMÃO (CDS-PP/MPT/PPM/Independentes);
 
 
- Os eleitos do PS e do PSD (à excepção de um eleito) tentaram adiar, com recurso a meros subterfúgios de natureza legal, o debate que a Oposição e os Portimonenses queriam que fosse feito;
 
 
- Quando finalmente, na passada Sexta-feira, dia 28 de Novembro, não puderam continuar a sua fuga, os eleitos da maioria PS/PSD optaram pela táctica dos 3 macaquinhos: não quiseram ver as ilegalidades da taxa municipal, não falaram sobre o assunto e não ouviram as críticas e as perguntas das forças da Oposição! De forma passiva, limitaram-se apenas a votar, chumbando as propostas da Coligação SERVIR PORTIMÃO e de outra força da Oposição para a revogação da taxa municipal de protecção civil! Esta postura irresponsável de quem sabe não ter razão, mas prefere o silêncio, será sancionada na devida altura pelos Portimonenses;
 
 
- Os eleitos da Coligação SERVIR PORTIMÃO (CDS-PP/MPT/PPM/Independentes) em todos os órgãos autárquicos reafirmam a sua frontal objecção a esta forma ilegal e imoral de financiar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Portimão! Continuaremos a lutar, lançando mão de todas as armas ao nosso dispor para que esta medida seja revogada ou declarada ilegal. Num Estado de Direito Democrático a legalidade prevalecerá sempre, por muito que isso custe à aliança PS/PSD!